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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Com chefes de núcleos regionais, Beto Richa faz balanço e destaca futuras ações no Paraná

O governador Beto Richa se reuniu nesta segunda-feira, em Curitiba, com cerca de 350 chefes de núcleos regionais do Governo do Estado para fazer um balanço da gestão e discutir o planejamento para os próximos anos. Beto Richa disse que o sucesso do governo depende da união de todos e que apesar dos resultados positivos das medidas de ajuste fiscal, é preciso manter austeridade no planejamento das ações. Em tom otimista, o governador ressaltou que o Paraná foi o primeiro Estado a fazer o ajuste fiscal e que será o primeiro a sair da crise. De acordo com ele, a recomposição de alíquota de impostos, como ICMS e IPVA, a redução das estruturas de cinco secretarias e o corte de mil cargos em comissão contribuíram para o ajuste do Estado. Beto Richa destacou ainda que o Paraná está conseguindo equilibrar as contas em um momento em que outros Estados ainda estão tentando driblar as dificuldades financeiras. Atualmente seis estados não estão conseguindo honrar as folhas de pagamento. O secretário chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra, explicou que o encontro com os chefes de núcleos regionais teve o objetivo de fazer um raio x das ações do governo estadual e alinhar as estratégias. Esse é o maior evento do gênero já realizado no Estado, com participação dos secretários e de representantes de núcleos regionais da Educação, Saúde, Desenvolvimento Urbano, e de órgãos como Departamento de Estrada de Rodagem e Instituto Ambiental do Paraná. A secretária da Administração e da Previdência, Dinorah Botto Portugal Nogara, ressaltou que o evento ajuda a ter uma visão de unidade de gestão. Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Urbano, Ratinho Júnior, trata-se de uma oportunidade para trocar ideias. Ao fazer um balanço do governo nos últimos quatro anos e meio, entre as ações com grande impacto social, o governador lembrou o recorde na entrega de casas populares, nos primeiros quatro anos de gestão, os investimentos na contratação de 24 mil professores e 10 mil policiais, e o reajuste de 62% nos salários dos professores. 

(Repórter: Priscila Paganotto)

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