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quarta-feira, 26 de junho de 2013

Beto Richa pede mais recursos para saúde em reunião com Dilma

Beto Richa participou do encontro com a presidente Dilma Rousseff (Foto: Ricardo Almeida/ANPr/Divulgação)O governador do Paraná, Beto Richa(PSDB), disse que aproveitou o encontro com a presidente Dilma Rousseff (PT) na segunda-feira (24) para pedir mais investimentos na área de saúde. De acordo com nota divulgada pela assessoria do governador, ele também reclamou da queda no repasse de recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
G1 tentou contato com o governador, mas a assessoria de Richa informou que ele não iria comentar a reunião.
Além de Richa, o encontro teve a presença de outros 26 governadores e 25 prefeitos de capitais, e foi convocado após a onda de protestos que se espalharam pelo Brasil nas últimas semanas. O prefeito de CuritibaGustavo Fruet (PDT), também esteve presente e classificou a reunião como positiva.
De acordo com a nota, o governador propôs na reunião que o Governo Federal invista pelo menos 10% das receitas em saúde. Segundo Richa, o investimento em saúde de qualidade é a maior demanda da população. “Em função disso, estou desde já tratando com outros governadores que essa proposta seja apoiada por outros estados também”, afirmou
Para o governador, é preciso que o Governo Federal mexa na própria arrecadação de impostos, ao invés de retirar recursos que são compartilhados com outras esferas. “O que está acontecendo é uma concentração de poderes e de recursos públicos na União, quando quem tem mais capacidade, mais agilidade, até por estar mais próximo do problema, são os prefeitos e os governadores”, defendeu. Richa acrescentou ainda que o Paraná é o quinto estado do Brasil que mais contribui com arrecadação para a União, mas é apenas o 23º no recebimento de verbas federais.As críticas feitas por Richa no encontro foram direcionadas à queda no repasse de recursos do FPE e do FPM, já que, segundo o governador, representam muitos prejuízos para os municípios do Paraná. “Os menores, principalmente, que tem nessa receita o maior percentual da sua arrecadação, estão numa situação muito difícil”, criticou.
G1 Pr

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