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sábado, 22 de junho de 2013

Diversos saques são realizados em Duque de Caxias

O protesto de ontem em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, começou com saques generalizados na Praça do Pacificador, no centro. Pelo menos cinco lojas foram arrombadas. Policiais atiraram para o alto quando um grupo de supostos criminosos se aproximou de uma agência do Banco do Brasil, no início da passeata. Dos poucos PMs que estavam no entorno da praça, nenhum usava arma não letal. 

Os quatro tiros provocaram muita correria e confusão. Antes, policiais com cassetetes conseguiram evitar roubos em uma loja da Casas Bahia que teve a porta arrombada. Mas não impediram o saque de praticamente todos os objetos de uma loja de móveis e persianas e de outros três estabelecimentos comerciais. 

No início da noite, homens de camisa preta com porretes e armas na mão circulavam pela praça. Seriam seguranças de lojas. Antes do protesto o clima já estava pesado. "Não existe estratégia nenhuma da polícia. É um despreparo total. Não há segurança para o cidadão", reclamou o marceneiro Celso da Silva Gonçalves, de 57 anos. 

Em Belém, a gari Cleonice Vieira de Moraes, de 51 anos, que varria ruas da área do mercado Ver-o-Peso, no centro da cidade, morreu na manhã de ontem no Pronto-Socorro do Guamá, após sofrer duas paradas cardíacas. Ela era hipertensa e teria morrido de enfarte fulminante, segundo o diretor do PS, Dionísio Monteiro. A mulher estava no local onde 25 mil pessoas faziam, no final da tarde de quinta-feira, manifestação pedindo redução da tarifa de ônibus e passe livre para os estudantes.
Agência Estado

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